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Ainda em férias

Uma semana para voltar de férias. Se isso aqui anda abandonado, tem lá seus motivos: quando não estou por aí pegando trânsitos mortais às 15h (sério), estou em frente à TV colocando filmes e séries em dia (na pior das hipóteses), ou compondo -e quem diria que um dia eu voltaria a falar assim.

Volto semana que vem e já desisti das metas. Como bem disse o Lipe depois da final do Paulistão, ontem, ‘a gente programa as férias todas e no final fica frente a televisão coçando e achando foda’. Faz todo o sentido, mesmo com uma programação do tipo Um maluco no pedaço, Todo mundo odeia o Chris, Vale a pena ver de novo etc.

Mas tem o MTB, que estou pensando seriamente em tirar, mesmo com os itens ‘acordar cedo’ e ‘pegar fila’ fora da lista do que fazer nas férias. E tem essa mostra de cinema suiço no CineSesc e CCBB (só a Denise mesmo), que parece ter alguma ou outra coisa legal, vamos ver. Não é o In-Edit, que perdi feio pras inconstâncias e leis de tempo-espaço, mas dá pra passar.

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Semana passada conheci o amigo Toninho Moura. Marcamos de ‘tomar uns bons drink’ [] no Ton Ton, em Moema, que estava fechado e, avaliando o contexto mais tarde, não era tão receptivo e acolhedor quanto o barzinho de esquina no qual passamos uma noite fria bebendo cerveja e trocando idéias sobre a vida, o universo e tudo o mais.

Conexões importantes essas, não? A gente vive achando que não vai conhecer as pessoas e de repente lá estão elas na sua frente com seus dogmas, seus conhecimentos literários e parecendo com o Danny de Vitto na medida em que você fica mais e mais embriagado. O cara é incrível, sabe de cada personagem de seus contos mais do que você conhece seus próprios colegas de trabalho, para dar um exemplo mais simples. Gente fina, desse tipo mais difícil de encontrar por aí.

Uma satisfação, mesmo.

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Lendo o texto do Leo sobre conhecer o pai da Sandra lembrei que volto a trabalhar na semana que vem. E segue aqui o raciocínio de como cheguei a essa lembrança.

Minha mudança de local de trabalho foi até agora meio conturbada e sem diretriz, saca? Primeiro mês no novo lugar conheci algumas pessoas, passei batido para várias outras por toda uma dificuldade de me adaptar a gente nova sem me exaltar, fazer piadas demais, passar por fanático religioso ou alcoólatra, essas coisas.

E agora vem as férias, quebrando todo um ciclo (não é uma reclamação, eu realmente precisava esfriar a mente que vinha num funcionamento corporativo contínuo desde 2009).

Espero, ao voltar, poder fazer as piadas certas, admitir meu cristianismo envolvendo ‘Deus, um delírio’ e dizer que bebo vodka com schweppes, que é um negócio socialmente mais aceitável que Caninha da Roça com Pepsi.

Que Deus me ajude. Ou não.

  1. HAahahha, pode crer, Toninho, essa é uma boa diferença mesmo, talvez fosse só o efeito da cerveja.

    Pois é Leo, esse gif aí resume tudo, hahahah

    Abs amgs

  2. Grande Robson!
    Muito feliz com o elogio.
    Só um esclarecimento para as suas leitoras: O Danny de Vitto é baixinho, e eu não.
    Abração.

    PS: Com uns 30GB você já pega os álbuns de Soul, Funk e R&Blues dos 1001 discos. Providencie e vamos tomar outra.

  3. Você aproveitou suas férias melhor do que eu. Fiquei 20 dias vendo a Copa do Mundo 2010, ou seja, não fiz nada útil, de verdade.
    Este gif é a minha cara….

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