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Vai completar dois meses que moro neste aparamento e já vi duas perswguições policiais na rua. Pode ser sorte (ou azar), pode ser coincidência, ou pode ser que a criminalidade tenha mesmo tomado conta da cidade, como gabriel, o pensador, previa.

Voltar pra quebrada tem dessas.

2015

Começou como sempre. Uma dúvida aqui, uma luz de um lado, um pânico abstrato e desconhecido de outro. Tocando violão todos os dias. Morando em Cajamar, distante de minha família, meus amigos, dos happy hours no seu Zé (faz falta hein, cacete, vamo marcar). E os gatos dormindo no sofá, enquanto eu terminava de ver alguma série com a minha internet 3G sofrível.

No começo do ano eu estava com o coração apertado por dúvidas que me faziam passar horas sem dormir. E aí teve o dia em que fui com Fefa no tempo Zu lai, um dia incrível. Um dia de muito calor também. Semanas depois, vi o show da banda que jamais imaginava ver, tendo em vista que com os preços praticados em shows no Brasil eu daria uma bela entrada numa CGzinha.

E então teve a despedida do João para Buenos Aires e meu carro pegando fogo, um episódio à parte que se deu dentro do condomínio e no qual só consegui apagar graças ao extintor do meu prédio. Com o carro quebrado, intensificaram minhas viagens de ônibus intermunicipais até a lapa e depois até o capão, voltando no domingo e subindo a ladeira do condomínio no interior como um alpinista (sério, Cajamar cidade dos morros).

Fui perseguido pela bad trip de relacionamentos que já se foram. De relacionamentos que começariam e eu não tive o dom de levar pra frente. Eu sabia estar fazendo a coisa certa, mas o que fica é só tristeza. A gente acha que vai dar tudo errado até alguém provar que vai dar certo, mas espera, estou pulando o espaço-tempo.

Colei quadros nas paredes com a última formação do Sig Sauer e a primeira formação do Pode Pá, bandas que levarei para sempre no coração, embora tenha uma quase certeza de que elas jamais voltam. Tentamos o Parazite por dois ensaios, mas não foi a lugar algum (ainda). Dan tocou no xEscurox e no Trust no one, Bruno montou o Romantic Bipolar, Billy voltou com o Justa Causa. Eu gravei o We hit concrete, meu projeto de músicas tristes pra cacete, tão tristes quanto as coisas que escrevo neste blog, só que melodiosas e intensas (rolou uma dessas músicas no final de uma matéria extremamente triste pela Rede TV, valeu Rodrigo etc).

Deu tudo certo pra todo mundo.

Foi na mesma época em que conheci Mariri. Na mesma época em que combinamos de tocar, mesmo sem jeito, mesmo sem tanta amizade. Covers de bandas que a gente ouvia dez anos atrás. Não seria demais? Seria. Começamos o Projeto 2005 sem a menor certeza de nada, fazendo covers pra agradar a nós mesmos. Eu não sei explicar exatamente como se dá essa parada de energia, mas o que a gente tinha ali, poucas vezes tive com relação à música. Bil chamou a Mariri pra cantar ao vivo com o Zander no Inferno Club. Rey também, no Hangar 110. Teco também, no Zé Caramujo Hostel.

Chamaram a gente para uma reunião na Universal Music.

Não dava pra entender direito o que estava acontecendo. Estávamos em contato com o cara responsável por contratar bandas. Pediu pra levar o violão e, numa sala de reunião, com uma mesa de reunião, tocamos algumas músicas dos vídeos que já havíamos postado. Ainda não sabemos exatamente no que vai resultar isso, ou se vai mesmo resultar em algo, mas passamos a gravar um EP com 10 músicas no estúdio TOTH, para ver até aonde pode ser de verdade tudo isso.

A despeito de qualquer tipo de sucesso, de todos os comentários, likes, compartilhamentos, quase 2000 pessoas curtindo uma página de dois desconhecidos que ainda não conseguiram sequer fazer um post patrocinado pelo facebook por falta de grana, eu e Mariri nos tornamos mais família do que podíamos imaginar. E isso faz das coisas mais de verdade, mais reais, mais tocáveis. Sucesso é viver, mano.

Foi então que rolou o batizado de Fabrício, em julho. Filho da Camila e do Danilo, dois dos meus melhores amigos, e certamente o ser humano mais lindo deste universo (já colou até no parque pra ver o projeto). Na semana seguinte, E. disse que havia uma garota perguntando quem eu era, pois tinha visto uma foto deste dia.

A primeira vez que falei com Mariana, sabia o que estava para acontecer. É aquela parada do how I met your mother, o Lebenslangerschicksalsschatz, uma expressão alemã que quer dizer “o tesouro do destino ao longo da vida”, ou coisa que o valha. E eu estava ali sabendo onde ia dar. Sabendo que na semana seguinte eu não ia mais aguentar, eu tinha que levá-la junto comigo pra ver o mundo, pra me deixar ver o que eu mesmo havia escondido. É estranho a sensação de ansiedade que o passado nos dá. É estranho toda essa bagagem acumulada como se a gente andasse por aí literalmente cheio de malas (ok, parei com as referências de HIMYM). Malas mentais, bolotas encrustadas em toda a nossa história. Traumas, aflições, brigas das quais você teve que aturar, brigas das quais você teve que ouvir, traições, mentiras, gente que gostava de você o suficiente pra te aprisionar numa cela, gente que gostava de você só enquanto você servia para alguma coisa. A vida, ela pode ser muita treta às vezes.

E aí chega alguém como a Mariana. Que me deu uma caixa de chocolates quando a gente fez um mês de namoro. Que sabe o que quer da vida, que me escolheu, que faz uma questão imensa de se ver no nosso dia. Aliás, dia 23, hoje mesmo (para enviar presentes favor entrar em contato via inbox). Mesmo com tanta certeza dela, eu achei que não merecesse. Eu achei que, como sempre, daria tudo errado. Ela me fez acreditar que não. E meu palpite é que ela vai me fazer acreditar mais um pouco todo dia. E assim que minha mente deixar de brincar de se martirizar com o passado, eu terei alguma oportunidade de ser feliz com ela.

Isso tudo, 4 meses atrás.

E lá estava eu, mudando de novo. Com um bom motivo, me despedindo de Cajamar, que já me expulsava aos poucos. Os cachorros do condomínio me detestavam, assim como detestavam muitos outros moradores. Eu já estava querendo sair faz um tempo. Me mudei novamente com o meu irmão, pela necessidade desse aluguel absurdo de São Paulo. Um apartamento manero, uma cobertura no Butantã. Os gatos acharam legal, depois do tempo de adaptação em que Tyler ficava só embaixo da cama, saindo apenas para comer. Agora tá tudo bem.

2015 foi uma ano a ser lembrado para sempre. Definitivamente bastante diferente de 2014, em que eu estava por aí juntando os cacos que restaram de mim, afinal, caia dez vezes, levante onze etc, foi um ano em que as coisas passaram a fazer algum sentido. Eu toco instrumentos diversos há tipo 15 anos. Este ano, enquanto eu estacionava o carro e tirava o violão do porta malas, um vizinho de Cajamar, essa cidade pequena, mas genuinamente interessada na vida alheia (pode-se ler intrometida também) me perguntou: “opa, vc é músico?” e eu, voltando o olhar para o violão e para ele pensando bastante nesses três segundos de drama disse: sou.

Foi o ano em que fiz uma tatuagem no braço, o ano em que gravei na mão três músicas do Rodrigo e toquei ao vivo, no estúdio, com ele. O ano em que tirei mais de cem músicas no violão e terminei o ano lembrando as notas do cavaco. Um ano que me trouxe tanta energia boa, tantas pessoas boas que eu só tenho a agradecer. Espero ter a sabedoria necessária para aproveitar melhor os anos seguintes, para viver da melhor forma possível, me culpar menos, ser mais atento para quando a vida pedir mais de mim, coisas desse gênero.

Que o nosso 2016 seja incrível.

Naturalidade, não trabalhamos

Esses dias eu notei que uma parte de mim já não consegue mais se habituar às novidades do mundo. Veja que eu estava lá vendo tudo na internet nascer, crescer e verdejar, mas veio essa parada de foto pra todos os lados. Meu irmão posta pelo menos umas 8 fotos por dia, alguns amigos postam até mais. Fotos de tudo. Abre o programa no computador, foto. Folha da árvore balançando de um jeito diferente das outras folhas das árvores, mas na verdade não, elas balançam todas iguaizinhas, só tem a diferença de que essa você está olhando agora e pensando no vídeo com uma legenda de positividade ou #deusnocomando, foto.

Eu notei que estava chato pra cacete com isso e passei a usar mais a câmera. Fiz, inclusive, um tumblr de fotos panorâmicas tosquíssimas, tiradas com o celular. As pessoas tem 500 likes nas fotos e eu escondendo as minhas no servidor do tumblr. Essa é minha vida, sim senhorx.

Então ok, tava ali postando umas fotinhos, às vezes até duas por dia, veja você.

Certa vez, meu irmão fez um vídeo meu com um amigo, tocando racionais no violão, uma versão bonitona, dedilhada, com solos na pentatônica mais repetitiva do universo. Gravamos o vídeo umas 5 vezes. Faltava o ângulo certo, a luz certa, os pequenos momentos certos. Põe boné. Melhor sem? Vem pra cá. Fica do lado da luz. Balança a cab…

Era só um vídeo pro instagram, sabe?

Foi então que passei a notar sobre como as personalidades são criadas a partir de cenas completamente montadas e como eu estava tentando ser honesto com a internet quando o Tyler vestiu a sacolinha de mercado e pousou na minha frente como um super-herói e eu precisei jurar de pés juntos que aquilo tinha acontecido involuntariamente e eu não fui lá colocar o saco na cabeça do gato para uma foto por motivos de princípios etc. Ou quando Marla e Tyler sentaram no rack da sala como se estivessem me esperando para uma conversa séria.

Eu estava sendo muito honesto com a porra da internet.

Numa outra ocasião, R. estava com a gente voltando do centro para o estúdio e disse que queria tirar uma foto com a GoPro que consistia em: a) o carro ia parar no farol b) colocaríamos a câmera no timer c) encaixaríamos a câmera num espaço do painel em que ela ficasse firme e pegasse nós três d) cada um de nós ligaria a lanterna de seu espertofone e apontaria de longe para a sua face tomando o cuidado de não deixar o celular aparecer na foto ou da luz ficar muito forte a ponto de encobrir a cara.

Não preciso dizer que demoramos pelo menos uns 5 ou 6 semáforos até que a foto saísse com essa pose toda natural.

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mais uma meta, cara?

Tem algo com a terça-feira. Na verdade tem algo com essa terça-feira. Acordei tarde, ressaca do fernet. Com a pequena tristeza das manhãs que você simplesmente quer ficar na sua cama até não ter mais jeito e os gatos passarem a insistir para que você levante.

Nada se fará sozinho.

E você levanta e vai ver o dia, ele é cinza e confuso, como todos os outros dias. As pessoas estão cada vez mais mal humoradas. Teco* disse pra gente fazer uma banda. Disse que as pessoas estão em estado de guerra. Que é preciso encontrar a paz. Teco me pediu opinião sobre a ponte do violão, elogiou o Takamine que não é meu.

Teco é gente fina pacas.

Dentre outras fitas, Teco disse que todo primeiro dia do ano faz uma lista de afazeres para o ano que começa. Estampa na porta do quarto, como metas a serem cumpridas, metas das quais ele vai olhar todo dia em que sair do quarto. Achei uma ideia excelente. Acho que já tinham me dito algo sobre isso, mas não confio muito em gente que leu ‘O segredo’, desculpa gente.

Foi então que passei um tempo inacreditável tentando escrever a lista. Eu. A pessoa que não consegue finalizar um post no próprio blog por motivos de falta de prática. Falhando miseravelmente em concluir coisas escritas. Então para o ano seguinte, ainda que as pessoas tenham relativamente desistido deste espaço virtual com meu nome e algumas ideias confusas, a meta para 2016 até o momento é:

1. escrever no blog no mínimo quatro vezes por semana.

A quem eu quero enganar?
Jamais saberemos.

* O Projeto 2005 foi banda de abertura~ no show do Teco Martins em Santos no final de semana, vale dizer.

um mix de sensações

A vida está ligeiramente ridícula como conversar com uma atendente da NET debaixo de chuva porque o sinal de telefone não pega muito bem dentro do escritório. E você precisa ouvir Jucilene dizendo que cobraram quase trezentos contos a mais, só que vai demorar setenta e duas horas pra ver se eles podem fazer alguma coisa por você que, bem, a esta altura já desencanou do cheiro de mofo de que vai ficar a roupa quando voltar pra sua mesa.

Você volta pra mesa e descobre que o cara da Hostgator resolveu o seu problema sem dar desculpas, mesmo com o chat demorando pra atualizar e o Edson digitando há 14 dias. Tem apenas um pedido de desculpas e a mensagem de que seu domínio já está de volta, ou seja, tudo certo com Edson, nada de setenta e duas horas pra me dar uma boa desculpa.

A máquina de café do trampo tem um papel sulfite escrito NÃO TEM CHOCOLATE, uma baita desfeita com as outras bebidas, imagine. O chá passou a adquirir síndrome do pânico, enquanto o espresso longo a essa hora já está com problemas de aceitação. E nem sequer temos um suporte do CVV especializado na máquina de bebidas.

Tudo isso para dizer apenas que o site voltou porque a gente não sabe fazer um texto simples escrito “voltou gente!”, tem mesmo é que sair por aí vomitando palavras num notepad e colocando o título mais clichê da história das pessoas que escrevem em blogs, tá certo, tá bem certo mesmo, viu.

Calma.

receita de panquecas com recheio de soja pvt ou “your own personal bela gil”

Para a massa:
1 ovo (qualquer ovo)
1 pouco de farinha
1 pouco de leite
1 pouco de sal

Preparo:
Note que o ovo é a única medida que faz algum sentido e o resto é tudo no olho mesmo. Jogue no liquidificador e vá colocando mais farinha ou mais leite, até que a massa fique não muito dura tipo de bolo, nem muito mole tipo vitamina de banana.

Separe.

Unte uma frigideira e vá fazendo pequenos círculos. Espere dar uma secada de um lado e vire até o outro lado dar uma queimadinha. Jogue pro alto, se divirta. Vá testando com pouca massa na frigideira, quanto mais fina, mais legal fica na hora de montar.

Você chega lá.

Para o recheio:
1 punhado de soja PVT
1/2 cebola
1 pouco de alho
Tempero que você achar melhor (use chimmy churry sempre)
1 pouco de água
1 pouco de molho de tomate

Preparo:
Refogue ali a cebola por um tempo até dar uma amareladinha. Jogue o alho (é este o esquema pra não queimar). Deixe o alho ali por um tempo até que eles olhem de volta pra vc e digam “ok, agora vamos começar a queimar cara, tira a gente dessa”. Aí vc joga o punhadinho de soja PVT (sem hidratar mesmo, fica tranquilo, vai dar tudo certo).

Mexa com uma colher pra misturar a soja e o refogadinho. E então, jogue água até cobrir o que está na panela. Acrescente os temperos que achar legais (na minha versão coloquei chimmy churry, salsinha e um mix de cebola e alho desidratados que fica bem legal). Tampe a panela e aumente o fogo até a água baixar.

Quando a água secar (não espere ela secar de todo, ou vai queimar o fundo da panela etc), jogue um pouco de molho de tomate desses prontos mesmo. Coloque até formar uma gororoba firmeza, de fácil manipulação.

*

Montagem das panquecas:
Abra a massa redondinha e jogue uma quantidade sóbria de recheio de modo que dê para enrolar a parada.

Enrole a parada.

*

Toque final:

Monte a sua marmita para o dia seguinte e esqueça tudo na geladeira (o verdadeiro motivo deste post que você estava estranhando até aqui, pode dizer a verdade)

=)

c’est la vie, truta

Devidamente instalado no Butanclan (embora a Vivo esteja me enrolando pacas pra instalar a internet do apartamento novo), tenho passado a ir e voltar do trabalho em um fretado que, magistralmente, passa perto de casa. Nessas, descobri que o shopping Raposo, onde desço de noite, é um lugar que tá de parabéns.

Estou esperando na fila da casquinha. A fila da casquinha não é exatamente uma fila, mas uma famíliazinha se amontoando enquanto a moça do caixa monta os pedidos. Olho pros lados, distraído. Quando volto meu olhar pro caixa a moça tinha feito um sundae com uns 15 canudinhos de wafer.

QUINZE.

Em outra cena maravilhosa, o gordinho da galera se achando divertidão/malandrex faz seus amigos voltarem da escada rolante pra olhar as promoções da CVC.

– Olha, Paris, 6 mil reais, mano, tá louco!
– Nossa, mas que bica mesmo.
– Vou pra Paris pra que? Sei nem falar inglês, tio.

Baita lugar.

moving mountains

É preciso contar que estou de mudança novamente. De volta para São Paulo, mais perto da cidade, onde eu possa pegar um metrô de leve e tocar com os amigos. Eu tinha ido, mas tudo o que sempre amei continuou no mesmo lugar. Quando as coisas passaram a ficar sérias em diversos sentidos, decidi voltar. São muitas notas de 50 reais viajando todo final de semana.

O apartamento de Cajamar continua sendo o mais legal que já vivi. Continuo agradecendo sempre que me lembro de fazer isso. Os gatos adoram, é um silêncio incrível. Um entardecer incrível, um sol incrível. Só não dá mais pra morar tão longe assim da sua própria vida.

Meu outro motivo de ter mudado também se esclareceu.

Inabilidade para selfies ☑ Cara de bobo em selfies ☑ Lebenslangerschicksalsschatz 💓 ☑

Uma foto publicada por Robson Assis (@bigblackbastard) em

calma cara

Acho que a língua portuguesa deveria ter uma palavra para quando você tem uma notícia boa e tem que se segurar para não estampá-la na sua testa e sair gritando pro mundo (se bem que eu estava literalmente gritando pro mundo ontem, no bar, com Mariri – melhores cenas, a propósito). Eu, que nunca soube lidar com o fato de alguém me olhando diferente e com orgulho por qualquer coisa que eu faça na vida, tenho que superar certas coisas.

É como se você estivesse segurando uma explosão dentro de você.

Pode chamar de ansiedade também.

escritório no interior

Algumas vezes eu detesto trabalhar no semi-interior de SP. É longe, fode com os happy hours etc. Outras vezes tá um dia de inverno e fica uma foto linda do lado de fora. Ou temos passarinhos na janela querendo entrar de qualquer maneira (são Anus-Brancos, descobrimos com o tempo – e com o google). É uma confusão de sentimentos porque você tem dias que você presencia queimadas desnecessárias/criminosas no horizonte e dias em que você vai buscar o carro e vê uma estrela cadente. Então o lugar, no frigir dos ovos, como diz meu pai, é maravilhoso e a gente fica caçando defeitos na vida porque, bem, porque não tem mais o que fazer mesmo.

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IMG_20150515_093918417 IMG_20150731_093523556(Fefa não concedeu direitos de imagem e essas horas deve estar me xingando etc)