sobre

“Foi um humor melancólico, e por conseguinte um humor muito oposto à minha compleição natural,produzido pela tristeza e pela solidão em que havia alguns anos me atirara, que me pôs primeiramente na cabeça esse desvario de me meter a escrever. E depois, encontrando-me inteiramente desprovido e vazio de qualquer outra matéria a tratar, apresentei eu mesmo a mim como argumento e como assunto”.

Montaigne, no capítulo ‘Sobre a afeição dos pais pelos filhos (à senhora d’Estissac)’, em ‘Os Ensaios’

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Prazer, Robson Assis. Jornalista de formação, escritor, músico e jogador de pife.

Abaixo, meus links, o relicário de toda uma vida:

Marginalité, rap nacional, punk, vandalismo e contracultura em geral
Vazio Panorama, fotos panorâmicas do meu espertofone
Per Raps (colaborador), RAP
Risole de Queijo, estudo de campo deste maravilhoso quitute
Portfolio, trampos
Thrashcorp Records, meu selo de música independente
Projeto 2005, covers de hardcore dos anos 2005 versão violão e voz
We hit concrete, um projeto folk autoral
Porque tudo é um jogo, textos sobre a cena hardcore punk
A ruína do meu silêncio, um livro não escrito
Todos os rascunhos, cartas que não entreguei (e possivelmente não entregarei)
Buzzbomb, fanzine sobre música independente

robsonc.assis@gmail.com

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