Sexta, voltando pra casa, me senti mal por ter pensado nessa crítica (último post) à história de Precious, mas depois de tê-la escrito, vejo que não estou indo tão longe assim.
É um estilo de contar histórias que eu gosto, finais tristes, depressivos, trilha sonora com Janis Joplin e canções densas no piano. O julgamento final é que a história tinha potencial demais para ser contada dessa forma desajeitada.
Ah, outra coisa corriqueira: me apaixonei por essa Mariah Carey um-tanto-quanto descabelada.