Ontem fiz uma daquelas merdas monumentais que a gente se pergunta ‘onde é que eu estava com a cabeça?’. E, claro, decepcionei a Denise, a família dela, meus pais e a torcida jovem do Flamengo, basicamente.
Bebedeira no casamento da Chiba.

Claro, eu perdi o controle com o Black Label a vontade. Me lembro de ter ido pra pista dançar, – você, leitor deste blog, não tem noção do desprendimento moral que isso significa pra mim – depois tenho três flashes. No primeiro estou caído na sarjeta de uma alameda, tentando sair do carro. Na segunda, estou vomitando na minha camisa e, finalmente na terceira, estou no chuveiro da casa do meu cunhado.
Abandonei aquela fase imbecil em que bebemos só pra contar o quanto de bebida aguentamos e como somos inconsequentes etc. Uma bebedeira como essa vai ser inesquecível, mas de um jeito grotesco, como uma desgraça, uma maldição.
Tudo o que eu não queria aconteceu. A Denise me acompanhou, fez de tudo pra me levar pra casa seguro. A única coisa que perguntei a ela foi se eu a tinha envergonhado publicamente. Derrotados, eis seu novo líder.
Errar é uma parte da vida que a gente não decide. E a consciência pesada é meu túmulo de más escolhas. Pedi desculpas óbvias, mas eu não espero que ela aceite.
A aliança ela deixou na minha carteira.
e, provavelmente, nem vou falar sobre o Rage Against no SWU, devido aos fatos.