em Pessoal

O homeoffice moleque e os amores brutos

Então tive de tomar algumas medidas para a ordem e para trabalhar de verdade não ficar naquelas ‘vou ver o Chaves e depois termino esse texto’: mantive o crachá no peito até a hora de ‘ir embora’ e o notebook ligado em horário integral(mesmo com o MSN invisível).

Ah, a possibilidade de trabalhar debaixo do cobertor!

Trabalhei bem, fiz o possível e o impossível, cacei códigos fonte, me virei com as imagens pequenas e meu photoshop ilegal. Terminei relativamente cedo, às 21h. Dava tempo de escrever meu aritgo já quase atrasado pro Per Raps. E então, 11 horas da noite, a Denise diz que vai sair tarde e que eu preciso buscá-la no trabalho.

Eu fico puto, grito petulância aos ventos, falo aos montes, pretendo criticar a empresa dela e dizer que está começando a me afetar e quero morrer quando ela diz que é a última vez que acontece. Daí quando a encontro não consigo manter nem metade do mau humor, dou risada e esqueço de tudo como se nada de ruim estivesse realmente acontecendo.

Isso, amigos, é amor bagarai.

(imagem via Wears heart on sleeve)

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