Thalia

Daí tem essa mina nova no trabalho, que tem esse blog mais pessoal que o meu, o seu e o nosso, juntos. Gosto de ler blogs pessoais de amigos mais por suas idéias e viagens reflexivas do que pelos típicos ‘queridos diários’, uma excentricidade tardiamente ultrapassada. Mas o negócio é que a menina escreve sobre sua vida como uma garota de 13 anos contando histórias de amor mexicanas.

Nada demais, você tira uns prints, copia os amigos no email e dão risadas, certo? O negócio é que eu comecei a manter o link para o blog na minha lista rotineira de to-do’s. Sabe, antes de você checar o Gmail, no lugar de ‘Ah, vou ver se tem algo bom no Facebook’, eu digo ‘vamos ver o que tem feito a Thalia’.

Também não é meu intuito fofocar sobre a vida da fulana, entende? É como se alguém começasse a contar histórias ocultas das pessoas com quem você convive diariamente. E uma excelente maneira de você nunca mais olhar pro malandro do TI (o galã de bigode, terno e gel no cabelo em questão) com os mesmos olhos.

Não é ficção, amigos, essa é a vida real sem rodeios, com amores platônicos adolescentes, erros primários de português e idiossincrasias peculiares a roteiristas de novelas da Televisa.